Por Ricardo Baresi
Editor-chefe do www.vestiarioalvinegro.com.br
Fotos: Mônica Dias/Divulgação
O processo de renovação da Seleção brasileira não foi algo montado ou pensado por Mano Menezes. Faz parte da estratégia do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, anunciada após a queda da “família Dunga” na África do Sul. Mano, aliás, nem era o preferido do cartola. O número 1, Muricy Ramalho, só não emplacou porque a diretoria do Fluminense bateu pé firme no cumprimento do contrato. Mano é um bom treinador, embora sem os títulos de Muricy. E adiantar que a renovação não será feita por atacado é um bom sinal.
Ele não é bobo. Sabe que se escalar somente a garotada e tomar quatro ou cinco pancadas vai perder o cargo. Há quem diga ser Mano uma espécie de “bucha”, para que quando chegarmos mais perto das competições importantes, ele seja substituído por alguém de maior peso.
Mas todo mundo sabe que futebol é resultado. Se ganhar, vai ficando. Se perder, sai.
Troca na zona do rebaixamento do Brasileiro. Sai o Vasco da Gama e entra o Botafogo. Nada de novo. O clássico entre Botafogo e Fluminense, no Engenhão, mais parecia futebol de praia. E nada de carinha feia com a atitude da Ferrari colocando Alonso na frente de Massa na Alemanha. Todo mundo sabe que ética desportiva passa longe da Fórmula-1 faz tempo.